Acabamos de
celebrar a páscoa. Como sempre nos emocionamos com o imensurável amor
sacrificial de Cristo. Ele morreu para tornar possível vivermos. Não consigo
entender por que muitas pessoas que se dizem cristãs não celebram a páscoa do
Cordeiro de Deus que nulifica o pecado. A igreja na qual participamos aqui
elaborou novamente um calendário para jejum e oração no período dos 40 dias que
antecedem a páscoa. Foi um tempo de reflexão e oração bastante desafiador para
todos nós. Oramos por todas as famílias da igreja e pelos povos que compõem a
Igreja Presbiteriana do Kenilworth (África do Sul, Angola, Brasil, Burundi, Camarões,
Coréia do Sul, Malaui, Moçambique, República Democrática do Congo, Ruanda, Suazilândia,
Zâmbia e Zimbábue).
Há algum tempo a
igreja vem passando por muitas dificuldades de ordem financeira. Imagino ser do
seu conhecimento que, em função da política de segregação racial legalizada em
1948 até 1994, a sociedade sul-africana (inclusive igrejas) conviveu ao longo
desses anos com a separação entre as raças. A Igreja Presbiteriana do
Kenilworth está numa área outrora de predominância “branca”. No entanto os “brancos”
que faziam parte da igreja naquele tempo morreram ou se mudaram para outras
regiões ou países. Hoje a maioria da membresia da igreja é composta de
africanos nativos, porém muitos deles oriundos da diáspora de outros países do
continente. São em geral desempregados ou vivem do subemprego. Desse modo a
igreja tem enfrentado enormes dificuldades para manter as contas em dia.
O projeto C-Step reduziu
suas atividades, mas continua exercendo sua influência como parte do ministério
da igreja, sobretudo na comunidade da diáspora. O número de pessoas atendidas
nos cursos é menor, mas mantemos as atividades. Temos aumentado o atendimento a
crianças da diáspora, assim como orientação e aconselhamento individual a
adultos. E por falar nas crianças precisamos que nos ajude a orar per elas. Uma
delas tem apresentado um problema de saúde ainda não diagnosticado, nem
tratado. Essa criança já tem 4 anos e não consegue engolir alimentos sólidos.
Hoje acompanhamos sete crianças e seus familiares. Louvamos a Deus pelas duas igrejas
no Brasil parceiras nesse programa.
Estamos trabalhando no sentido
de realizarmos o I Encontro de missionários da APMT na região Austral da
África. Já definimos o local. Será em Malmesbury, cidadezinha a 50 km de Cape
Town. Trata-se de acomodações modestas em uma missão especializada em eventos
para outras organizações cristãs http://www.berachah.co.za/. Cremos que Deus nos dará um
tempo maravilhoso de comunhão, reflexão e descanso. Futuramente daremos mais
detalhes.
Planejamos a viagem ao Maláui
para início de junho, período sugerido pelo Sínodo da Igreja Presbiteriana
daquele país da costa lesta da África. Mas ainda dependemos de alguns
acertos. Discutiremos possibilidades de parceria missionária visando abertura de portas para a colocação de missionários da APMT que desejarem
servir naquele país.
Motivos de agradecimento
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Pelo Visto de estudante do Leonardo
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Pelo Philipe ter conseguido aplicar para seu Visto
de estudante também
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Por mais um membro da Igreja abraçando a causa
missionária em tempo integral. Nesse momento são dois: Sheila (em Bruxelas) e
Daniel (SIM).
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Pelos 21 anos de vida do Philipe
Motivos de oração
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Pelos membros da Igreja Presbiteriana do Kenilworth
desempregados ou que vivem do subemprego.
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Pela difícil situação financeira da Igreja.
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Pelo Rev. Mike Muller, pastor da Igreja do
Kenilworth. Por sabedoria, discernimento e direção do alto.
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Para
que cheguemos aos 100% do valor total para a Bolsa de estudos do Philipe e
Leonardo, até junho.
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Pela criança da atendida pelo projeto, com problemas
de saúde.
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Por sustento para irmão Daniel Hopley que decidiu
abraçar a causa missionária em tempo integral, servindo por meio da SIM.
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Pelo Encontro de Missionários em outubro.
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Pela saúde da Iolanda, para que se descubra a causa
da insulina alta.
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Pela viagem ao Maláui.
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Pela continuação de bom aproveitamento nos estudos
para Philipe e Leonardo.
Seus parceiros na missão
Rev. Gessé Almeida Rios (pela família)