Cidade do Cabo, Janeiro de 2014
"Ora, para que saibais que o Filho do homem tem
sobre a terra poder de perdoar pecados (disse ao paralítico), a ti te digo:
Levanta-te, toma a tua cama, e vai para tua casa.” Lucas 5:24
Necessitamos de mais
pessoas para ajudarem no trabalho. Com a saúde não muito boa, precisamos de
gente com mais energia, capacidade e experiência a fim de que a APMT continue
sendo instrumento nas mãos de Deus para abençoar povos nessa região da África. Novas
parcerias que vinham sendo estudadas estão se tornando realidade, a exemplo de
projetos de cooperação com a Igreja Reformada da África do Sul (Gererformeede
Kerk in Suid-Afrika),visando projetos missionários em Moçambique. Teremos
reuniões no final de fevereiro ou início de março com lideranças da GKSA para
definirmos algumas questões logísticas. A parceira com IPA (Igreja
Presbiteriana de Angola) deverá ter um número maior de angolanos plantadores de
igrejas laborando na plantação de novas igrejas dentro do alvo de 10 novas
igrejas nos próximos anos.
Dois dias antes de deixarmos o Brasil voltei ao médico em Goiânia (Dr.
Helder H. Takaoka) para fechar diagnóstico quanto ao meu problema de saúde e
ouvir recomendações. Depois de haver estudado mais detalhadamente meu caso e já
de posse de todos os resultados de exames, conclui que sofro de uma deficiência
cônica e incurável (para a medicina) chamada de nefropatologia perdedora de sal. Um problema congênito que se
agrava com o aumento de stress seja ele físico e emocional. Nas crises mais
agudas sofro muito com dores intensas e câimbras, precisando ser internado para
reposição intravenosa do Postássio (K). Meu organismo simplesmente não absorve
quantidade suficiente do certos minerais sendo o K e Magnésio (Mg) os mais
comprometidos. Além da má absorção, sofro também a perda (desabsorção). Essa
descoberta me ajudou a entender os motivos por traz de anos de sofrimento com a
saúde, cada médico que ia sugeria um problema sem nunca ter encontrado uma
solução. Por outro lado, o diagnóstico correto está me ajudando a tomar os
cuidados necessários e a seguir um tratamento mais preciso. São ao todo 20
comprimidos por dia. Estou conseguindo conviver melhor com a situação e os
medicamentos me deixando sem as fortes dores nas crises agudas causadas pelo
baixo nível de potássio.
A recuperação da cirurgia da Iolanda está sendo boa até o presente.
Deverá estar totalmente liberada para qualquer atividade a partir de meados de
março. Apesar da luta com a saudade de familiares que ficaram para traz ela tem
estado bem emocionalmente, graças a Deus. Nos próximos dias deverá se reunir
com irmãs da igreja para planejar atividades voluntárias em um lar de idosos no
bairro do Gugulethu.
Para agradecer a Deus conosco:
- Pelos
nossos filhos, bênçãos em nossa vida. Não cansamos de dizer, somos pais
bastante felizes.
- Pelo nosso
tranquilo retorno à África do Sul.
- Pela bem
sucedida cirurgia da Iolanda. Já sente os efeitos positivos no dia a dia.
- Pelo diagnóstico para meu problema de saúde e pelo possível
tratamento médico.
- Por Alex (Burundi), fruto do trabalho, eleito presbítero na Igreja Presbiteriana do Kenilworth.
Para interceder:
- Por mais gente
comprometida com a expansão do trabalho para esta região.
- Pelas reuniões e
decisões a serem tomadas visando o progresso do trabalho.
- Pelas crianças
apoiadas pelo projeto e seus respectivos familiares.
- Por saúde, sabedoria e discernimento na condução do trabalho.
- Pela eficácia do tratamento e pelos efeitos colaterais (20
comprimidos diários).
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Contribuições para o trabalho do Rev.
Gessé e Iolanda Rios poderão ser feitas através da APMT usando o código de
identificação 0,14 em centavos (exemplo: R$ 50,14), nas seguintes contas:
Banco do Brasil - Agência: 0635-1 (Cambuci) - C/C: 7500-0;
Banco Bradesco - Agência: 119-8 (Cambuci) - C/C:
107965-4;
Transferência online - CNJP: 04.138.895/0001-86;
Boleto bancário – Neste caso ligar para 011 3341 8339
solicitando boletos bancários para efetuar o depósito.